27 de abril de 2011

Essas delícias aguardam um lar

De hoje a sábado Goiânia será a Capital dos Pequenos Animais

Goiânia será a Capital dos Pequenos Animais


O 32º Congresso Brasileiro da Anclivepa (Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais) acontece de 27 a 30 de abril no Centro de Convenções de Goiânia, com uma extensa programação científica abordando os cuidados com os pequenos animais. Simultaneamente ao evento, acontece a Expo Anclivepa, com as últimas novidades do segmento pet, um mercado que registra um crescimento de mais de 10% ao ano no Brasil.

De acordo com Sérgio Luiz Pereira, presidente da Anclivepa Goiás, são esperados cerca de 1.800 congressistas de todo o país. Estão confirmados palestrantes na área de Anestesiologia, Bem-Estar, Cardiologia, Cinofilia, Cirurgia, Clínica Geral, Comportamento, Dermatologia, Emergência, Endocrinologia, Fisioterapia e reabilitação, Gastroenterologia, Imagem, Doenças Infecciosas, Medicina felina, Nefrologia, Neonatologia, Odontologia, Oftalmologia, Oncologia, Ortopedia, Parasitologia, Patologia clínica, Reprodução, Saúde Pública, Animais Silvestres e Medicina Veterinária Terapêutica.

Acesse o site www.anclivepa2011.com.br e www.twitter.com/anclivepa2011 para saber mais sobre este grande evento.


CBA 2011 – Horários

Congresso Brasileiro da Anclivepa (Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais)
Abertura: Data: 27 de abril
Local: Centro de Convenções de Goiânia
Horário: 20 horas
Entrada pela Rua 30 - Portão 1

Expo Anclivepa

Funcionamento: Dias 27 a 30 de abril

Horários para visitantes: 27, 28 e 29 de abril - das 14 às 20 horas

Dia 30 de abril - das 14 às 17 horas

Área de 6 mil metros quadrados, com 50 expositores.

25 de abril de 2011

Entenda melhor o que é a raiva animal

Olá, pessoal. Hoje vamos falar sobre um assunto muito triste: raiva animal. Recentemente, bem no coração da cidade de Goiânia, no Setor Sul, tivemos um caso de um gatinho infectado por essa doença. Justo Goiânia, que não registrava um caso desses há mais de uma década! Para piorar, uma pessoa de boa vontade resolveu cuidar do pobre bichano abandonado e foi atacado pelo mesmo. O gatinho, claro, morreu, mas a pessoa passa bem.


A raiva é uma doença de animais de sangue quente causada por um vírus classificado na família Rhabdoviridae (Rhabdo significa bastão – os vírus desta família têm forma de um projétil). Os animais silvestres, como os morcegos, são reservatórios primários para raiva e os animais domésticos de companhia são a principal fonte para a transmissão da raiva aos seres humanos. A transmissão se dá pelo contato com a saliva infectada do animal raivoso e as terminações nervosas (nervos). Esse contato é mais comum pelas mordeduras ou arranhaduras. Podem ocorrer também transmissões por meio de contato da saliva contaminada e feridas recentes ou mesmo conjuntivas ou mucosas. O vírus migra através dos nervos até chegar ao cérebro (sistema nervoso central), levando o animal afetado a ter problemas de comportamento anormal ou paralisia. No próprio cérebro, o vírus começa a se multiplicar, e migra, também pelas fibras nervosas, até chegar às glândulas salivares, onde continua seu processo de transmissão.

O período de incubação (que é o período desde a entrada do vírus no organismo até o aparecimento dos sintomas) pode variar de uma semana até um ano, dependendo do local por onde o vírus foi inoculado. Por exemplo, se a mordida for na cabeça, no rosto ou no pescoço, o período de incubação é mais curto; se for em pernas ou pés, mais longo.

Os sinais clínicos podem ser: mudanças de comportamento (depressão, demência ou agressão), salivação excessiva, dificuldade para engolir, paresia, paralisia (mais comum nos herbívoros), incoordenação motora. Cães que antes eram afetuosos se tornam agressivos com seus donos, escondem-se por medo e se ficam apreensivos. Mordem qualquer coisa que estejam por perto, inclusive objetos que possam ferir, como arames farpados, objetos pontiagudos, etc. Podem ainda abocanhar objetos imaginários! Existe também a raiva muda, onde o animal fica num estado de estupor. A morte ocorre dentro de 2 a 7 dias e infelizmente é inevitável.

Animais infectados ou com suspeita de raiva devem ser isolados e colocados em observação. Após a morte, o cérebro é enviado para análise por meio de testes laboratoriais. Pessoas que foram mordidas por animais infectados ou suspeitos devem ser encaminhados para a unidade de saúde o mais breve possível, para que recebam soro anti-rábico. O tratamento não é recomendável para animais com raiva, devido ao risco da exposição humana. Já os animais vacinados que foram mordidos por animais infectados devem receber novamente a vacina e ficarem em observação durante 90 dias.

A única maneira de prevenir todo esse sofrimento é por meio da vacinação. Os animais devem receber a primeira dose da vacina anti-rábica após os 4 meses de idade, e deverão receber reforço anual. A vacina é composta de vírus vivo inativado, o que torna a vacina segura e eficaz. Entretanto, ocasionalmente (e infelizmente nem tudo é garantia de final feliz), pode ocorrer a chamada raiva vacinal, que causa um quadro falta de apetite, paresia dos membros posteriores, encefalomielite, rigidez dos membros, déficits nervosos ou demência. Por isso é muito importante que os laboratórios que fabricam as vacinas anti-rábicas tenham um rigoroso controle de qualidade de seus produtos. Como já mencionado, a vacina é a única maneira de evitar a raiva e os animais de companhia, muitas vezes são considerados membros das famílias. E ninguém, é óbvio, gostaria de perder um membro da família!

Na campanha anti-rábica de 2010 houve muitas mortes de animais após a vacinação principalmente em gatos e cães pequenos. Vários donos tiveram prejuízos em gastos veterinários após seus bichinhos apresentarem falta de apetite, vômitos, diarréia, apatia, paralisia, etc. Vacinações foram suspensas em estados do Brasil, como em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, pois logo se tomou conta da dimensão do estrago.

Mesmo com todos esses problemas é muito importante a vacinação. É uma pena que no Brasil, mesmo pagando impostos caríssimos, temos que pagar por serviços que o próprio governo oferece, como saúde, segurança, educação... e parece que agora teremos que arcar também com vacinas anti-rábicas! Vacinas importadas parecem dar menos problemas do que a vacina do governo.

Quem é dono cuida e assim evita a propagação de doenças e mortes dos animais. Manter seus bichinhos longe de situações de risco, oferecer-lhes boa alimentação e água a vontade, providenciar a atualização do calendário de vacinação, além de carinho e amor, tudo para a garantia de uma vida saudável e feliz.

Lívia Fernanda de Oliveira
Médica Veterinária
CRMV 3186
liviafernanda@gmail.com

Dra. Lívia e sua adotada, Agatha

21 de abril de 2011

Estou grávida, tenho que me desfazer de meu animal de estimação?

Muitos aqui devem ter assistido ao episódio da novela Insensato Coração, onde a personagem da atriz Camila Pitanga se nega a encostar, e ainda diz “ que não pode nem chegar perto”, pois a médica recomendou, da gatinha que estava em cima do carro, pelo risco de pegar toxoplasmose. Como veterinária fiquei chocada com tamanha DESINFORMAÇÃO passada por uma rede de TV como a GLOBO. Desde então a comunidade veterinária se posiciona para INFORMAR corretamente como ocorre a infecção pela toxoplasmose e seus riscos.

O felinos selvagens e domésticos são hospedeiros definitivos e intermediários do Toxoplasma gondii (agente causador da toxoplasmose), e isso é muito importante para entender porque o gato é visto como o “MAU sujeito” nessa história toda. No entanto, a toxoplasmose está presente não somente neles, mas em diversos animais de produção (caprinos, suínos, ovinos, bovinos, aves), no cão, em répteis, anfíbios e na maioria dos vertebrados, contudo, estes são hospedeiros intermediários.

Somente no gato, a toxoplasmose passa por um ciclo enteroepitelial, onde os cistos (recheados de bradizoítos – uma das formas infectantes) ingeridos dos tecidos de suas presas sofrem ação do suco enterogástrico e as formas infectantes são liberadas e penetram nas células intestinais. A partir deste ponto formam-se oocistos (forma não infectante) que são liberados no intestino dos gatos, e que serão eliminados no ambiente ao defecar. No entanto, gatos saudáveis quando infectados (NÃO É todo gato que tem toxoplasmose) eliminam somente oocistos por 1 a 2 semanas, uma ÚNICA vez na vida. Após a infecção o gato também apresenta imunidade contra a Toxoplamose. Exceções podem ocorrer com gatos imunossuprimidos (FIV/ FelV, dose alta de corticóides).

Nos demais hospedeiros, a toxoplasmose passa por um ciclo (sistêmico) que não envolve a eliminação intestinal, entretanto, há formação de cistos e estes permanecem em estado de latência em diversos tecidos.

Pronto, chegamos ao ponto, onde o pobre coitado do gato é crucificado, pois só ele elimina nas fezes e, portanto, ele é o CULPADO. Na verdade não é. A culpa é da FALTA DE HIGIENE e explico nos próximos parágrafos.
O gato ao liberar o oocisto nas fezes (lembrando que este oocisto não se encontra na forma infectante), ele precisa passar por uma fase que chamamos de esporulação para então se tornar infectante (esporocistos).

No entanto, essa fase de esporulação ocorre de 1 a 5 dias (em média 3 dias) após o oocisto ter sido colocado no ambiente (entre outras palavras, “o cocô tem que estar a 3 dias na liteira”). Todos nós, donos de gatos, sabemos da importância de se limpar a liteira (caixinha de areia) TODO DIA. Portanto, basta limpar todo dia, que o oocisto não esporula no seu ambiente. Outro detalhe, gatos “indoors” ( sem acesso à rua) apresentam baixíssima chance de terem sido infectados pelo toxoplasma, pois não costumam caçar pequenos mamíferos, agora se o proprietário costuma fornecer alimento cru, eles também podem ser infectados .

Acredito que todos aqui entenderam que o problema está no cocô do gato que está abandonado na liteira, acredito também que ninguém que lê esse blog tem mania de comer cocô de gato, ainda mais com 3 dias ressecando na liteira, não é mesmo!? Creio também que todos usam pás ou não tocam com as mãos diretamente nas fezes do gato. Mesmo assim, terminou de limpar a liteira, lave bem as mãos, isso demonstra higiene.

Outro detalhe, o oocisto está na fezes, e não no gato, então pode tocar seu gato sim, recomendo que pessoas que possuem gatos de pêlo longo, façam a tosa higiênica, visto que em alguns desses gatinhos, as fezes podem ficar presas nos pelinhos em volta do ânus.
Lembro ainda que gatos apresentam hábitos de limpeza diários ( o chamado “banho com a língua”), portanto, se infectar com toxoplasma tocando o gato é uma inverdade.

Não temos controle nos gatos que defecam em hortas, portanto, LAVAR BEM VERDURAS e FRUTAS é fundamental.

A carne que é consumida crua ou semi-crua, apresenta alto risco para infecção pela Toxoplasmose, pois nos demais hospedeiros, o cisto está em forma de latência nos tecidos e são viáveis por muitos anos.

Para as grávidas, todos os cuidados acima são muito importantes, visto que a toxoplasmose pode gerar abortos e danos ao feto, mas informo que pegar toxoplasmose tocando em seu gato não é verdade, não precisa se desfazer dele. Pessoas que apresentam imunossupressão (ex.aidéticos) também devem redobrar as cuidados acima, visto que a infecção é responsável por diversos óbitos, lembrando que nesse caso, não necessariamente a pessoa tem que ter se infectado recentemente, existe a presença de uma infecção em latência que costuma ser responsável pela maioria dos casos de encefalite toxoplásmica.

Para as grávidas ficarem mais tranqüilas, basta ir ao veterinário e pedir a sorologia para Toxoplasmose, lembrando que um resultado negativo, quer dizer que o gato não teve contato prévio com a toxoplasmose, mas que existe chance de infecção futura se exposto as condições citadas nos parágrafos acima.

Vamos as perguntas.

1 - Tenho que me livrar do meu cão? Ou não posso tocar no meu cão?
Eu costumo responder no consultório da seguinte forma “ você pretende matar e comer a carne crua do seu cão?”, acho que não. Pode parecer um pouco grosseiro, mas é somente para que nunca se esqueça que cães não passam toxoplasmose. Não precisa se livrar dele, até porque ele nunca se livraria de você, e pode tocá-lo à vontade.

2 - Não posso mais tocar meu gato? Estou grávida e o médico não recomenda.
A recomendação que faço é. Pode tocá-lo. Único cuidado, basta usar luvas ao trocar a areia na liteira e lavar as mãos, mas se mesmo assim não quiser limpar a liteira, peça a um terceiro para fazer. E faça todo dia.

3 - Não pega pela pelagem?
Se o gato não está banhado de fezes, com certeza não. Lembre-se o gato se “lava diariamente”.

4 - Mas como eu pego?
Ingerindo carnes cruas, principalmente, de ovinos, suínos, caprinos, e o adorado coração de galinha. Através de verduras e frutas mal lavadas. Em contato direto com terra contaminada (use luvas na jardinagem e horta e lave bem as mãos).

5 - Mas e do meu gato, como eu posso pegar?
Se ingerir fezes que estão a 3 dias esquecidos na liteira, se pegar cocô com a mão e por na boca. Isto é, se você não tiver hábitos de higiene. NÃO SE PEGA TOXOPLASMOSE DE TOCAR NO GATO, DE DORMIR COM COM O GATO, NÃO PEGA PELO AR.

É isso pessoal, assunto polêmico necessita de um texto um pouco maior para não gerar dúvidas. Qualquer coisa é só me mandar um email.
Leila Sena
CRMV 4423
Medicina Felina
Veterinária ASPAAN
leilasenavet@gmail.com
**referências encontram-se com a autora

9 de abril de 2011

Conheça um pouco mais sobre o trabalho da ASPAAN. Veja o vídeo.

7 de abril de 2011

Adoramos finais felizes!!!

Pra quem acompanha o blog, viu em um dos nossos posts a histórinha da mamãe tricolor que fez uma cirurgia e aguardava adoção. Bem, a adoção demorou... mas veio!!!
Vale a pena contar um pouco dessa história, uma história com final feliz que a gente sonha pra todos os nossos bichinhos.

A Mamãe Tricolor (não fui criativa o suficiente pra dar um nome de verdade pra ela até hoje!) foi resgatada no ano passado por uma voluntária de dentro do carro da carrocinha junto com outra gatinha. Mamãe estava gravidíssima!!! Foi recebida no abrigo e lá teve seus filhotes, foram 5, um mais lindo que o outro.
Foi uma ótima mãe mas ela começou a se estressar por causa do ambiente, por ter que ficar muito tempo fechada e... comeu um dos filhotes! Faz parte da natureza, estamos acostumados. Mas quando a tia viu, tirou todos os filhotes dela e levou pra lar temporário. Bem, um deles estava muito ruim e acabou indo pro céu dos gatinhos na noite que foi tirado do abrigo. Quando ele estava morrendo, os irmãozinhos ficaram deitados do ladinho dele, fiéis até seu último suspiro (levei para a eutanásia antes que morresse naturalmente, pois estava sofrendo muito!!)

Bem, os 3 irmãozinhos que sobraram (as fotos estão aí embaixo) foram pro lar temporário da tia Stella onde foram tratados como príncipes e ficaram tão lindos e gostosos que foram todos adotados. E o pai de um deles, o amarelinho que hoje chama Caramelo, agora resolveu adotar a mamãe tbm!

Um grande e importante detalhe dessa história: a mamãe é doentinha, tem só 1 rim que funciona e seu fígado tbm está bem aumentado. Ela passa muito bem, está ótima, mas não sabemos quanto tempo de vida ela terá.

Mas o que importa é que hoje ela foi acolhida por uma família amorosa, que só quer saber de tratá-la com carinho, mesmo que sua saúde não seja das melhoras.

ISSO QUE CHAMO DE UMA VERDADEIRA LIÇÃO DE AMOR!

Queria compartilhar com todos esse sentimento tão raro hoje em dia, e espero que isso também inunde o coração de vocês!


Mamãe em sua nova casa




Um dos filhotes adotados, hoje chama Caramelo e é ele que está junto da mamãe agora.

Um dos filhotes da mamãe, tbm já adotado.

 
Filhote da mamãe tbm já adotado.


27 de março de 2011

Seu gatinho está com diarréia ou vômito? Fique de olho para a Panleucopenia Felina

Oi pessoal, a Cecília me propôs que enviasse ao blog alguns textos abordando doenças de cães e gatos, no intuito de informar o leitor, para que possa cuidar muito melhor de seus amiguinhos peludos. Tentarei ser bem sucinta em todos eles, para que a leitura não se torne cansativa e também para que o maior nº de pessoas possíveis tenham interesse em se informar.


PANLEUCOPENIA FELINA

Hoje trato da Panleucopenia felina, uma doença bastante letal em gatinhos bem novinhos, mas que possui vacina (Ufa!). A infecção ocorre pela ação do parvovírus felino, e gera infecção intestinal, aguda ou superaguda, com os seguintes sinais, febre, diarréia, vômitos, anorexia e apatia.

Ao adotar um gatinho é importante fazer um check-up no veterinário, principalmente em gatinhos que vieram de grandes aglomerados (gatis, cczs) e da rua, para que o veterinário possa tomar as medidas possíveis dependendo do estado e dos exames do gatinho.

Gatos adultos não vacinados, também podem se infectar, no entanto, a recuperação é mais provável pois a doença, no geral, é autolimitante para os adultos. As gatinhas prenhes infectadas podem perder seus filhotes ou estes nascerem com alterações neurológicas e ocular (displasia retinal), portanto, tem que ficar de olho na gatinha e nos recém- nascidos.

A importância de fazer um check-up ao adotar um gatinho, se dá porque a panleucopenia pode ter um curso superagudo e muitas vezes é fatal em 24 hs, então, dependendo do histórico do seu animalzinho e dos sinais que apresenta, não espere, pois as vezes, esperar pode significar que pouco podemos fazer para tentar recuperá-lo.

Assim como o parvovírus canino, o parvovírus felino é de difícil desinfecção e para que o ambiente seja desinfetado preconiza-se o uso de hipoclorito de sódio (alvejantes),ok!? Então, se houver algum gatinho na sua casa com a doença ou caso exista a suspeita, limpe o ambiente, vasilhas, liteiras, lembrando que primeiro se retira toda matéria orgânica (fezes, urina, ração) com sabão e água, enxágua bem e depois aplica-se o hipoclorito, pode deixar por uns 30 minutos agindo e depois volte a lavar bem os utensílios (cuidado com a escova que usar, esta tem que ser desinfetada também) .

No tratamento da Panleucopenia, por se tratar de vírus, não há medicação que trate o vírus (infelizmente!!), trata-se os sinais presentes, e como ocorre muita diarréia e vômitos, a reposição de fluidos é fundamental , a grande maioria dos casos requer fluidoterapia intravenosa. Dar água na seringa em gatinhos que vomitam não tem o menor sentido e não é eficaz.

O prognóstico é considerado reservado, mas com o tratamento sendo realizado o mais rápido possível, e de forma adequada a chance do gatinho se recuperar aumenta.

Nota MUITO IMPORTANTE: lembre-se, EXISTE VACINA que previne a Panleucopenia felina, portanto, não vacile, se informe com seu veterinário de confiança sobre a vacina mais indicada e protocolo adotado e vacine seu gatinho.

Até o próximo texto.

Leila Sena
CRMV 4423
Medicina Felina
Veterinária ASPAAN

**as referências encontram-se com a autora do texto.

***dúvidas, críticas, elogios, contato: llopesena@gmail.com


Leila com a estrelinha Magali e Filó

22 de março de 2011

CCZ de Goiânia promoverá mais uma feira de adoção neste domingo

Gostariamos de comunicar a todos que no próximo domingo, dia 27 de março de 2011, o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental (antigo CCZ) realizará uma Feira de Adoção de cães e gatos na Feira do Cerrado. O endereço do local é Rua 72, Jardim Goias, ao lado do novo Forum e da Asmego, atrás do Estádio Serra Dourada. O mapa está disponível no site: www.feiradocerrado.com . O horário de funcionamento é das 9 às 13h.


Para adotar um animal basta apresentar um documento de identificação e preencher o Termo de Responsabilidade pela adoção. Nenhuma taxa é cobrada. Os animais adultos serão doados castrados, e todos já estão vacinados e vermifugados.

Telefone para informações: 3524-3136

Obrigada!!!

Isadora Franco
Médica Veterinária - DVSA

16 de março de 2011

Feira de adoção 20 de março do Centro de Zoonoses‏

Gostariamos de comunicar a todos que no próximo domingo, dia 20 de março de 2011, o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental (antigo CCZ) estará participando do IX DNAV - Dia Nacional de Ação Voluntária realizado pela Fundação Bradesco. O endereço do local é Colégio Fundação Bradesco, Avenida J 02, esquina com Rua L 16, Papilon Parque, Aparecida de Goiânia. O horário de funcionamento é das 9 às 13h. Durante o evento serão realizados os trabalhos de conscientização sobre Posse Responsável e doação de cães e gatos.


Para adotar um animal basta apresentar um documento de identificação e preencher o Termo de Responsabilidade pela adoção. Nenhuma taxa é cobrada. Os animais adultos serão doados castrados, e todos já estão vacinados e vermifugados.

Pedimos o apoio de todos vocês na divulgação do evento!!!

Telefone para informações: 3524-3136

Isadora Franco

Médica Veterinária - DVSA

15 de março de 2011

Goiânia será a capital sede do 32º Congresso Brasileiro da Anclivepa‏

Ótima dica e oportunidade pra quem quer conhecer melhor nossos amigos.

Goiânia será a capital do CBA 2011


Cidade conhecida por sua excelente qualidade de vida, Goiânia será, em 2011, a capital sede do 32º Congresso Brasileiro da Anclivepa (Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais). E os goianos, famosos por sua hospitalidade, estão de braços abertos aguardando os profissionais que vão participar do CBA, de 27 a 30 de abril de 2011. De acordo com Sérgio Luiz Pereira, presidente da Anclivepa Goiás, várias novidades estão programadas, entre elas, dois grandes eventos sociais para integração dos participantes, além da excelente programação científica formatada para o evento.

CONGRESSO BRASILEIRO 2011 EM GOIÂNIA

A ANCLIVEPA-GO tem a honra de organizar e realizar o 32º Congresso Brasileiro da Anclivepa (CBA), em Goiânia-GO, entre os dias 27 e 30 de abril de 2011, após l6 anos desde o último evento nacional. Conclamamos todas as Anclivepas regionais para promoverem a divulgação deste grande evento, pois queremos realizar o melhor CBA, tanto na programação científica quanto na parte social.

Goiânia é uma cidade maravilhosa, com intensa vida noturna, excelentes restaurantes e várias opções de transportes. Estamos a 200 km do Distrito Federal e a 170 km do maior parque hidrotermal do mundo, nos municípios de Caldas Novas e Rio Quente.

Convocamos você, colega clínico de pequenos animais, estudantes e professores para confraternizarmos e aprender um pouco mais com os mais renomados palestrantes do Brasil e de outros países.

Aos empresários do setor pet, esta é uma oportunidade ímpar para mostrar aos médicos veterinários de todo Brasil sua empresa, produtos e serviços.

Os goianos e toda diretoria da ANCLIVEPA-GO esperam vocês de braços abertos.

Sérgio Luiz Pereira
Presidente da Anclivepa - GO
http://www.anclivepa2011.com.br/

14 de março de 2011

Essa notinha vale muito!

A ASPAAN acredita que devagar e de pouquinho em pouquinho é que se consegue atingir o topo.


Foi por isso que criamos essa campanha.

É pouco para quem doa, mas muito pra quem recebe.

Ajudem contribuindo e também divulgando essa idéia.

Hoje temos mais de 120 animais entre cães e gatos o que nos gera altos custos difíceis de manter sem sua colaboração.

Contamos com sua ajuda para poder recolocar cada vez mais animais em lares amorosos e seguros.

8 de março de 2011

Magali deixou o mundo mais bonito

Magali deixou o mundo mais bonito porque plantou no coração das pessoas que estiveram com ela, o sentimento mais nobre e mais lindo que existe: o amor verdadeiro.


Essa história é uma história feliz. Pode parecer que não, mas é a história de uma adoção de muito amor em que um animalzinho pode ter a chance de ter tudo o que ele merece: carinho, conforto, segurança e muito amor. Isso pra mim é final feliz! E Magali, essa gatinha que vamos falar hoje, teve tudo isso. O céu chamou ela mais cedo do que gostaríamos, até agora não sabemos exatamente porquê, mas certamente, a mãe dela Leila garante que ela foi uma gatinha feliz até o último respirinho de sua vida, pois nos deixou de uma hora pra outra, sem nenhum vestígio de sofrimento.

Magali teve a história que desejo para todos os bichinhos, mas a única coisa que faltou para ela foi uma vida mais longa. Mas a gente não sabe de nada... Deus é que sabe, né?

"Trabalho como veterinária no abrigo a alguns meses, lá vejo de tudo um pouco. Muitos demonstram o que é superação pelos diversos problemas que apresentam, e mesmo assim continuam nos alegrando, e vencendo diferentes obstáculos todos os dias. Lá é um verdadeiro laboratório para qualquer um. Digo que lá, muito aprendi e continuo aprendendo, e tentando melhorar mesmo em condições muitas vezes desfavoráveis. Mas o melhor do abrigo, são as demonstrações de carinho de todos os bichinhos, cada um com sua personalidade. Eu particularmente, estou lá por eles e hoje cada um tem um pedacinho em meu coração.


Esse post é no intuito de contar a história de uma gatinha, que desde a primeira vez que a vi me despertou especial interesse. Ela era cabeçudinha, magrela e com olhos bem grandes, eu disse para meu marido, "no abrigo tem uma gatinha que parece uma anãzinha". E todos os dias no abrigo lá estava ela a me acompanhar, miando muito, no início mais afastada, com o tempo começou a escalar meu macacão pedindo patê e atenção, e eu sempre atendendo.

Um belo dia eu a filmei e mostrei ao meu marido, ele a achou "bonitinha", e eu comecei a falar dela todos os dias. Até que um dia, ele concordou com a adoção da gatinha. No início, pensei no estresse que Filó e Tine (minhas outras 2 gatinhas) teriam e preferi pensar um pouco antes de levá-la para casa.

Mas um dia eu ia saindo do gatil e olhei a ala dos filhotes, e lá estava ela me olhando, quando deu um miadinho muito baixo, não vacilei, voltei e a busquei, e só liguei pra Cecília e avisei: "adotei a Magali".

Chegando em casa o estresse começou, era gato "riscando fósforo pra cá e pra lá", a Filó que sempre foi mais apegada comigo, logo a aceitou o que me surpreendeu, acho que ela sentiu e pensou "a mamãe gosta mesmo dela, então eu tenho que gostar", e com o tempo as três se adaptaram muito bem.

A Magali logo recebeu um apelido, eu a chamava de NINI, assim como a filó eu chamo de NHORI e a Tine eu chamo de TINE (o nome dela é constantine).E assim como no abrigo, em casa sempre ficou ao meu lado, deitava comigo sempre, se eu ia ao banheiro era obrigatório que ela fosse junto, senão começava a miação na porta, na hora da comida a miação era certa, e na hora do sachê da Whiskas, era uma loucura.

O que eu mais gostava é que quando eu chegava dos meus plantões ao deitar na minha cama, ela vinha me "massagear" na barriga e logo se aninhava pois sabia que era hora de dormir e assim foi todos os dias de nossa convivência.

Ela sempre foi minha companheira, onde eu ia ela estava, se eu ia ao jardim, ela corria atrás, se eu me agachava ela vinha pro meu colo. Ela se mostrou uma gata fiel (isso não é particularidade de cão), carinhosa.

Mas a Nini sempre foi muito fragil, chegou doentinha, e na semana passada fiz uma única aplicação de uma medicaçao para tentar solucionar mais uma vez as fezes hora líquidas, hora pastosas. E fiquei muito feliz, no dia seguinte ela fez um coco durinho, liguei pra Cecília ou ela me ligou e logo contei, falei da alegria que eu me encontrava. Na sexta, dia 4, não dei plantão e não acompanhei meu marido em seu trabalho (ele também é músico), fiquei com a Magali vendo escola de samba no sofá, só na preguiça. Logo fui dormir e a Nini foi junto, no sábado, acordei, fui colocar comidinha pra elas e lá veio a miaçao. Como de costume depois ela foi ao banheiro e eu observando feliz o "coco durinho", me acompanhou no quintal, unhou minha cadelinha pelo atrevimento de assustá-la e me acompanhou depois até a porta pois sabia que eu ia sair. Foi a última vez que a vi com vida, voltei 2 horas depois e não acreditei no que vi na porta do meu quarto, entrei em desespero, pois pra mim ela estava bem. Realmente não sei o que levou minha gata, e nem quero pensar muito nisso, pois realmente não sei o que aconteceu e estou traumatizada. Como veterinária a gente sempre acha que falhou em não perceber que, talvez, algo estivesse errado.

Amei essa gata demais e ainda está difícil voltar do plantão e não a encontrar e não receber sua "massagem matinal" ou ir ao banheiro e não escutar seu miado pedindo pra entrar, olhar a sua liteira e seu potinho vazio, pois não tenho coragem de retirá-los.

Bem, apesar de ainda sentir muito a perda repentina, eu gostaria de registrar aqui que a adoção dessa gata foi a MINHA MAIOR ALEGRIA e a MELHOR DECISÃO QUE TOMEI.

Aconselho todos a adotar pois não são só eles que precisam, todos nós precisamos descobrir o que realmente significa a palavra amor incondicional e nos tornar pessoas melhores, um animal não julga suas manias, sua roupa, cor, raça e opiniões, ele simplesmente está ali querendo um pouco de carinho e atenção, e em troca está disposto a te dar TODA FELICIDADE DO MUNDO, e a NINI, com toda certeza, cumpriu sua missão aqui comigo.

NINI te amo demais, zoiudinha.

Mamãe sente sua falta e obrigada por tudo."

Leila Sena - mãe da Magali, Tini e Nhori - além de tia de muitos outros gatinhos e cãezinhos

                                         Magali ainda no abrigo antes da adoção.
 
                                          Já na casa nova.
                                          Com a mamãe Leila e a irmãzinha Filó.


1 de março de 2011

Ágatha, a gata!

Essa é a cartinha da mamãe da Ágatha, a Livia, que adotou a gatinha no começo de fevereiro.

Não há alegria maior do que ver que um animalzinho nosso, agora tem um lar seguro e feliz! ADOTEM!

"Olá,  estou te mandando fotos da nossa Ágatha, a gata!


No começo, a Mabi, nossa gata branca, não queria aceitar muito bem a Ágatha. Mas no outro dia elas já brincavam timidamente. Outra coisa que me chamou a atenção era o fato de como ela era carente no começo. Miava muito, pedia carinho, se esfregava na gente o tempo todo. Eu ficava com muita pena, pois o histórico de abandono leva a esse quadro. Tanto é que eu comentei com o pessoal daqui, que eu saí de certa forma muito triste do abrigo: os gatos de lá são tão carentes que se comportam como cães, subindo nas nossas pernas, pedindo carinho. É uma cena muito tocante.

Uma semana depois que a Ágatha estava aqui, já estava se comportando como um legítimo gato: subia nas coisas, brincava de atacar, pupila dilatada, cauda inquieta... e na hora que ELA QUER, aí sim: carinho!! hehehehe!!!

Mas de modo geral, ela é uma gata muito educada, e junto com a outra, formam uma bela dupla. Ah, e também já está acostumada com a casa da minha mãe, que por sinal, também achou-a linda.

Lívia Fernanda."
05/02/11





13 de fevereiro de 2011

AMMA PROMOVE CORRIDA EM FAVOR DA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A POSSE RESPONSÁVEL DE ANIMAIS

A “É o Bicho”, corrida de obstáculo com animais, levará à população informações sobre a Lei 58566/07, que disciplina a criação, propriedade, posse, guarda, uso e transporte de cães e gatos na Capital. Evento acontece terça-feira, dia 15, das 8 às 12 horas.


Que o cão é o melhor amigo do homem, tudo mundo já sabe. A novidade é que, em Goiânia, eles estarão juntos pela primeira vez na jornada esportiva É o Bicho, que acontece na próxima terça-feira, dia 15, das 8 às 12 horas, no Parque Flamboyant Lourival Louza, Jardim Goiás. A corrida de obstáculos, que terá provas com cães presos por coleiras, objetiva conscientir os cidadãos e fomentar as discussões sobre a importância da posse responsável de animais. O evento é uma parceria entre Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através do departamento de Vigilância em Saúde Ambiental, e Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel).

A prova será dividida em duas etapas, com animais de pequeno e médio portes. O percurso é de 200 metros. As inscrições serão realizadas no local do evento, no dia da jornada esportiva. Sem fins competitivos, todos os participantes receberão medalhas simbólicas. Além de incentivar a prática esportiva, a É o Bicho chama atenção para a Lei 58566/07, que disciplina a criação, propriedade, posse, guarda, uso e transporte de cães e gatos na Capital.

Há, inclusive, previsão de sanções com aplicação de multas que variam entre 10 e 500 Unidades Fiscal de Referência (Ufir) em caso de descumprimento, por parte dos responsáveis pelos animais. Segundo à lei são passíveis de punições, por exemplo, o não recolhimento dos dejetos fecais eliminados por animais em vias e logradouros públicos, a condução de animais de grande porte em pistas de caminhada, a condução de animais de médio porte ou grande porte sem coleiras, focinheira e guias adequadas, além de maus tratos.

De acordo com a gerente de Manejo e Proteção e Manejo da Fauna Silvestre da Amma, Marize Moreira, o objetivo da É o Bicho também é o de alertar a sociedade sobre os problemas causados a partir da permanência irregular de animais domésticos nos parques e bosques de Goiânia, além do abandono desses animais em áreas públicas.

“Sabemos que uma das opções para solução da problemática em parques é a realização de um trabalho educativo junto à população, para esclarecimentos sobre as conseqüências da permanência e abandono de animais”, explica.

Conscientização

Marize relata que o trabalho de conscientização já está sendo desenvolvido. “Trabalhamos rotineiramente em virtude das questões que envolvem animais domésticos em unidades de conservação de Goiânia, com esse lançamento vamos intensificar mais ainda a conscientização da sociedade para o problema.” A gerente lembra ainda que a intenção da lei não é proibir a presença de animais domésticos nos parques.

“Esses animais podem sim permanecer nos parques, mas desde que estejam com coleira e atendam alguns requisitos importantes como, por exemplo, animais de grande porte não podem circular nas pistas de caminhadas. Isso é uma medida de segurança importante tanto para quem caminha, quanto como para quem conduz o animal”, alerta.

A gerente de Educação Ambiental, Regina Miranda informa que durante a jornada esportiva, além da Prova dos 200 metros com os cachorros, haverá uma serie de atividades que complementará a ação. “Vamos priorizar a conscientização da população, ou seja, fazer contato direto com eles. Teremos uma equipe de técnicos que realizará abordagens às pessoas que levaram animais para o evento, com o intuito de divulgar o ‘Guia de Educação Ambiental’, uma cartilha educativa que explica como deve ser a preservação dos parques e do projeto ‘Pega-Caca’”, ressalta.

O Pega-Caca consiste na sensibilização acerca dos riscos da presença de fezes nas pistas para os animais e os acompanhantes, e da postura quanto ao passeio com cães e gatos em parques.

Ecomóvel

Para complementar as atividades, estudantes de escolas da região também participarão do evento. A gerência de Educação Ambiental também disponibilizará durante o evento o Ecomóvel, um ônibus especialmente projetado para promover a conscientização ambiental de forma lúdica e criativa.

Entre os trabalhos desenvolvidos no ônibus ecológico estão palestras, oficinas de dobraduras e veiculação de vídeos educativos, nesse caso, salientando os cuidados com animais domésticos, além da importância da preservação ambiental e da convivência harmoniosa nos parques. “Todo o trabalho será desenvolvido com o intuito de despertar em todos os participantes a consciência ecológica e o cuidado com as áreas verdes da capital”, enfatiza Regina.

Serviço


Evento: É o Bicho


Data: terça-feira, dia 15


Horário: das 8 às 12 horas


Local: Parque Flamboyant Lourival Louza, confluência entre a Avenida H e as Ruas 15, 12, 46, 55 e 56, no Jardim Goiás


Mais informações: Assessoria de imprensa da Amma – 3524-1117



Autor: Mauro Júnio
http://www.prefeituragoiania.stiloweb.com.br/

2 de fevereiro de 2011

Gato da semana - Pipoca - ADOTE!

Pipoca é um gato gostoso, mestiço a persa, lindo, manhoso e ciumento, gosta de exclusividade. Já é adulto, e aguarda adoção. Ele não gosta muito de outros gatos, seria ótimo ser filho único.

Pipoca aguarda adoção e quer um lar com muito carinho e mimo. Para adotar o Pipoca, entre em contato com cibessa@hotmail.com