Fotos de animais que doamos em seus novos lares nos enchem de alegria. É isso que renova nossas energias para continuar esse trabalho tão difícil.
Esse é Jesuíno, um mini gatinho de aproximadamente 45 dias que foi abandonado com seus irmãozinhos na porta do abrigo. De uma ninhada de 5, somente Jesuíno escapou de virar estrelinha (e foi por muito pouco!)
Jesuíno, que sua vida encha de alegria o coração de todos que passarem por você!
6 de maio de 2011
Jesuíno, mais um sobrevivente!
7 de abril de 2011
Adoramos finais felizes!!!
Pra quem acompanha o blog, viu em um dos nossos posts a histórinha da mamãe tricolor que fez uma cirurgia e aguardava adoção. Bem, a adoção demorou... mas veio!!!
Vale a pena contar um pouco dessa história, uma história com final feliz que a gente sonha pra todos os nossos bichinhos.
A Mamãe Tricolor (não fui criativa o suficiente pra dar um nome de verdade pra ela até hoje!) foi resgatada no ano passado por uma voluntária de dentro do carro da carrocinha junto com outra gatinha. Mamãe estava gravidíssima!!! Foi recebida no abrigo e lá teve seus filhotes, foram 5, um mais lindo que o outro.
Foi uma ótima mãe mas ela começou a se estressar por causa do ambiente, por ter que ficar muito tempo fechada e... comeu um dos filhotes! Faz parte da natureza, estamos acostumados. Mas quando a tia viu, tirou todos os filhotes dela e levou pra lar temporário. Bem, um deles estava muito ruim e acabou indo pro céu dos gatinhos na noite que foi tirado do abrigo. Quando ele estava morrendo, os irmãozinhos ficaram deitados do ladinho dele, fiéis até seu último suspiro (levei para a eutanásia antes que morresse naturalmente, pois estava sofrendo muito!!)
Bem, os 3 irmãozinhos que sobraram (as fotos estão aí embaixo) foram pro lar temporário da tia Stella onde foram tratados como príncipes e ficaram tão lindos e gostosos que foram todos adotados. E o pai de um deles, o amarelinho que hoje chama Caramelo, agora resolveu adotar a mamãe tbm!
Um grande e importante detalhe dessa história: a mamãe é doentinha, tem só 1 rim que funciona e seu fígado tbm está bem aumentado. Ela passa muito bem, está ótima, mas não sabemos quanto tempo de vida ela terá.
Mas o que importa é que hoje ela foi acolhida por uma família amorosa, que só quer saber de tratá-la com carinho, mesmo que sua saúde não seja das melhoras.
ISSO QUE CHAMO DE UMA VERDADEIRA LIÇÃO DE AMOR!
Queria compartilhar com todos esse sentimento tão raro hoje em dia, e espero que isso também inunde o coração de vocês!
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| Mamãe em sua nova casa |
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| Um dos filhotes adotados, hoje chama Caramelo e é ele que está junto da mamãe agora. |
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| Um dos filhotes da mamãe, tbm já adotado. |
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| Filhote da mamãe tbm já adotado. |
8 de março de 2011
Magali deixou o mundo mais bonito
Magali deixou o mundo mais bonito porque plantou no coração das pessoas que estiveram com ela, o sentimento mais nobre e mais lindo que existe: o amor verdadeiro.
Essa história é uma história feliz. Pode parecer que não, mas é a história de uma adoção de muito amor em que um animalzinho pode ter a chance de ter tudo o que ele merece: carinho, conforto, segurança e muito amor. Isso pra mim é final feliz! E Magali, essa gatinha que vamos falar hoje, teve tudo isso. O céu chamou ela mais cedo do que gostaríamos, até agora não sabemos exatamente porquê, mas certamente, a mãe dela Leila garante que ela foi uma gatinha feliz até o último respirinho de sua vida, pois nos deixou de uma hora pra outra, sem nenhum vestígio de sofrimento.
Magali teve a história que desejo para todos os bichinhos, mas a única coisa que faltou para ela foi uma vida mais longa. Mas a gente não sabe de nada... Deus é que sabe, né?
"Trabalho como veterinária no abrigo a alguns meses, lá vejo de tudo um pouco. Muitos demonstram o que é superação pelos diversos problemas que apresentam, e mesmo assim continuam nos alegrando, e vencendo diferentes obstáculos todos os dias. Lá é um verdadeiro laboratório para qualquer um. Digo que lá, muito aprendi e continuo aprendendo, e tentando melhorar mesmo em condições muitas vezes desfavoráveis. Mas o melhor do abrigo, são as demonstrações de carinho de todos os bichinhos, cada um com sua personalidade. Eu particularmente, estou lá por eles e hoje cada um tem um pedacinho em meu coração.
Esse post é no intuito de contar a história de uma gatinha, que desde a primeira vez que a vi me despertou especial interesse. Ela era cabeçudinha, magrela e com olhos bem grandes, eu disse para meu marido, "no abrigo tem uma gatinha que parece uma anãzinha". E todos os dias no abrigo lá estava ela a me acompanhar, miando muito, no início mais afastada, com o tempo começou a escalar meu macacão pedindo patê e atenção, e eu sempre atendendo.
Um belo dia eu a filmei e mostrei ao meu marido, ele a achou "bonitinha", e eu comecei a falar dela todos os dias. Até que um dia, ele concordou com a adoção da gatinha. No início, pensei no estresse que Filó e Tine (minhas outras 2 gatinhas) teriam e preferi pensar um pouco antes de levá-la para casa.
Mas um dia eu ia saindo do gatil e olhei a ala dos filhotes, e lá estava ela me olhando, quando deu um miadinho muito baixo, não vacilei, voltei e a busquei, e só liguei pra Cecília e avisei: "adotei a Magali".
Chegando em casa o estresse começou, era gato "riscando fósforo pra cá e pra lá", a Filó que sempre foi mais apegada comigo, logo a aceitou o que me surpreendeu, acho que ela sentiu e pensou "a mamãe gosta mesmo dela, então eu tenho que gostar", e com o tempo as três se adaptaram muito bem.
A Magali logo recebeu um apelido, eu a chamava de NINI, assim como a filó eu chamo de NHORI e a Tine eu chamo de TINE (o nome dela é constantine).E assim como no abrigo, em casa sempre ficou ao meu lado, deitava comigo sempre, se eu ia ao banheiro era obrigatório que ela fosse junto, senão começava a miação na porta, na hora da comida a miação era certa, e na hora do sachê da Whiskas, era uma loucura.
O que eu mais gostava é que quando eu chegava dos meus plantões ao deitar na minha cama, ela vinha me "massagear" na barriga e logo se aninhava pois sabia que era hora de dormir e assim foi todos os dias de nossa convivência.
Ela sempre foi minha companheira, onde eu ia ela estava, se eu ia ao jardim, ela corria atrás, se eu me agachava ela vinha pro meu colo. Ela se mostrou uma gata fiel (isso não é particularidade de cão), carinhosa.
Mas a Nini sempre foi muito fragil, chegou doentinha, e na semana passada fiz uma única aplicação de uma medicaçao para tentar solucionar mais uma vez as fezes hora líquidas, hora pastosas. E fiquei muito feliz, no dia seguinte ela fez um coco durinho, liguei pra Cecília ou ela me ligou e logo contei, falei da alegria que eu me encontrava. Na sexta, dia 4, não dei plantão e não acompanhei meu marido em seu trabalho (ele também é músico), fiquei com a Magali vendo escola de samba no sofá, só na preguiça. Logo fui dormir e a Nini foi junto, no sábado, acordei, fui colocar comidinha pra elas e lá veio a miaçao. Como de costume depois ela foi ao banheiro e eu observando feliz o "coco durinho", me acompanhou no quintal, unhou minha cadelinha pelo atrevimento de assustá-la e me acompanhou depois até a porta pois sabia que eu ia sair. Foi a última vez que a vi com vida, voltei 2 horas depois e não acreditei no que vi na porta do meu quarto, entrei em desespero, pois pra mim ela estava bem. Realmente não sei o que levou minha gata, e nem quero pensar muito nisso, pois realmente não sei o que aconteceu e estou traumatizada. Como veterinária a gente sempre acha que falhou em não perceber que, talvez, algo estivesse errado.
Amei essa gata demais e ainda está difícil voltar do plantão e não a encontrar e não receber sua "massagem matinal" ou ir ao banheiro e não escutar seu miado pedindo pra entrar, olhar a sua liteira e seu potinho vazio, pois não tenho coragem de retirá-los.
Bem, apesar de ainda sentir muito a perda repentina, eu gostaria de registrar aqui que a adoção dessa gata foi a MINHA MAIOR ALEGRIA e a MELHOR DECISÃO QUE TOMEI.
Aconselho todos a adotar pois não são só eles que precisam, todos nós precisamos descobrir o que realmente significa a palavra amor incondicional e nos tornar pessoas melhores, um animal não julga suas manias, sua roupa, cor, raça e opiniões, ele simplesmente está ali querendo um pouco de carinho e atenção, e em troca está disposto a te dar TODA FELICIDADE DO MUNDO, e a NINI, com toda certeza, cumpriu sua missão aqui comigo.
NINI te amo demais, zoiudinha.
Mamãe sente sua falta e obrigada por tudo."
Leila Sena - mãe da Magali, Tini e Nhori - além de tia de muitos outros gatinhos e cãezinhos
Com a mamãe Leila e a irmãzinha Filó.
1 de março de 2011
Ágatha, a gata!
Essa é a cartinha da mamãe da Ágatha, a Livia, que adotou a gatinha no começo de fevereiro.
Não há alegria maior do que ver que um animalzinho nosso, agora tem um lar seguro e feliz! ADOTEM!
"Olá, estou te mandando fotos da nossa Ágatha, a gata!
No começo, a Mabi, nossa gata branca, não queria aceitar muito bem a Ágatha. Mas no outro dia elas já brincavam timidamente. Outra coisa que me chamou a atenção era o fato de como ela era carente no começo. Miava muito, pedia carinho, se esfregava na gente o tempo todo. Eu ficava com muita pena, pois o histórico de abandono leva a esse quadro. Tanto é que eu comentei com o pessoal daqui, que eu saí de certa forma muito triste do abrigo: os gatos de lá são tão carentes que se comportam como cães, subindo nas nossas pernas, pedindo carinho. É uma cena muito tocante.
Uma semana depois que a Ágatha estava aqui, já estava se comportando como um legítimo gato: subia nas coisas, brincava de atacar, pupila dilatada, cauda inquieta... e na hora que ELA QUER, aí sim: carinho!! hehehehe!!!
Mas de modo geral, ela é uma gata muito educada, e junto com a outra, formam uma bela dupla. Ah, e também já está acostumada com a casa da minha mãe, que por sinal, também achou-a linda.
Lívia Fernanda."
05/02/11
16 de janeiro de 2011
Gatinho Bochecha: da fama para um final feliz!
Quem acompanhou nosso blog com a histórinha do gatinho Bochecha (toda história está no final da página)vai gostar de saber da última novidade.
Bochecha já está no seu novo lar, com uma familia muito amorosa de humanos e dois irmãos felinos muito fofos.
Abaixo, segue o email enviado essa semana pela Lorena, mamãe dele:
"Estou escrevendo para enviar notícias do Bochechinha. Ele está muito bem, super acostumado à casa. Na verdade, parece que nasceu por lá =D. Ele achou um cantinho gostoso entre os meus bichinhos de pelúcia para se esconder... demorei um tempão para encontrá-lo lá.
O Mignolo e a Zuzu já estão aceitando o novo irmãozinho, apesar de escutar umas rusgas de vez em quando. Mas parece que o Bochecha não se importa muito com elas. Talvez por já ter convivido com tantos gatos. Ele quer mais é correr atrás da bolinha que faz barulho ou da bolinha de papel ou encontrar uma folha seca pra ficar lutando hooooooras a fio. Ele é muito fofo!"
A maior alegria do mundo para quem trabalha com animais é encaminhá-los a lares amorosos como esse. Peço a Deus todos os dias que coloque em nosso caminho pessoas assim para poder oferecer a mais animais, um lar feliz.
Abaixo algumas fotos do dia que Bochechinha chegou em sua nova casa. A madrinha aqui, morre de saudades...
21 de dezembro de 2010
O Raj mais amado do mundo
A Jannine Dias acabou de nos presentear com uma bela história de amor. Por favor, não chorem muito. =)
Meu cãozinho idoso estava solitário e triste e eu também estava sentindo falta de um gatinho então decidi procurar um novo membro para nossa família. Foi aí que comecei a busca oficial, pesquisei em sites de adoção, nas ruas e ignorei quem me aconselhava a comprar um, eu queria adotar e dar a chance de uma vida diferente a um gatinho rejeitado.
Assim eu encontrei a ASPAAN. Em meio a tantos gatinhos vi o Raj e sabia que a busca havia acabado e eu ficaria com ele. Conversei com as meninas e fui buscá lo, foi amor a primeira vista! Ele era a coisa mais linda que eu já havia visto e tinha um olhar assustadinho que me desafiava a provar que ele não seria devolvido novamente.
Soube pelas meninas que ele havia passado maus momentos e merecia toda a paciência e amor. Levei para casa, ele era muito assustadinho mas ainda assim dividiu a cama comigo. E era tão doce! Decidiu dar um voto de confiança para mim e minha família, conquistou a todos com sua amabilidade e amor e se tornou o centro do meu mundo. Ficou amigo do meu cãozinho e sempre foi sapeca mas amoroso. Me abraça de medo quando chove, me acorda todos os dias com puxões de cabelo, lambidinhas asperas no rosto ou mordidas de leve no nariz, rola no chão quando chego em casa, caça meus pés a noite, coloca as bolinhas e ratinhos de brinquedo dentro da minha bolsa.
O Raj foi o melhor presente que já ganhei, me ensina tanto a cada dia, é meu companheiro para tudo e me enche de amor, um amor que apenas os animais conhecem, aquele amor incondicional e puro sem esperar nada em troca.
Quem tem preconceito quanto a raças de animais perde tanto, pois somente quem adota um animalzinho que já sofreu sabe como é emocionante conquistá-lo e como é especial o carinho e a gratidão que eles tem por nós. Todas as vezes que ganha um brinquedo ou petisco o Raj abraça meu braço e enche de lambidinhas animadas, faz de tudo para me agradar. Infelizmente ainda existe muito preconceito quanto a gatos serem agressivos e desleais mas quem der uma chance a algum gatinho não vai se arrepender pois são amigos e companheiros fiéis e só quem tem para saber a felicidade que eles proporcionam.
Se você tem uma bela história para contar, mande pra gente que publicaremos: (aspaanoficial@gmail.com)
20 de dezembro de 2010
Adotar é tudo de bom!
A Itaecila (incluindo seus pais e irmãos) adora animais assim como a gente. É só ver um abandonado na rua que o coração fala mais alto e ela adota. Cuida, dá banho, comida e depois consegue alguém que possa adotar. Essa semana ela nos mandou um e-mail contando como foi a história de resgate de outro gatinho que passou por sua vida.
Acompanhe:
Nós estávamos com um gatinho que tinha sido atropelado (parece o Frajola) e a medula dele já tinha se regenerado com defeito, daí ele ficou paralítico das patinhas traseiras. Tivemos que deixá-lo internado por 2 semanas de tanto que ele estava mal alimentado (imagina se arrastando no meio da rua...ai que dó, toda vez q lembro, dá vontade de chorar).
Mas mandamos fazer as rodinhas pra ele poder andar e quando foi quarta (no dia que colocaram as rodinhas nele, ele foi adotado por alguém que ama muito animais (como nós).
Bem, agora tem uma conhecida q está com 4 gatinhos (já maiores) pra adoção, se você puder ajudar eles agradecem...
Viu que lindo? Agradecemos por termos amigos como a Itaecila.
E você, quer adotar?
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| Esses 4 lindos gatinhos estão para adoção |
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| Desses 4, só um pretinho ainda não tem lar. Telefone para contato: 62 8401-6358 ou 62 8182-1438 |
16 de dezembro de 2010
Lilica - a cadelinha que tirou a sorte grande
Leia agora a história da cadelinha Lilica que foi adotada pela Umbelina. É de emocionar!
Moro em Rio Verde, interior de Goiás. Um dia voltando para casa vi uma cadelinha bem pequena cercada por machos, ela estava no cio. Muito suja, mancando e muito assustada ela não deixou ser pega, no dia seguinte tentei de novo, com o tempo ganhei sua confiança. Todos ficavam impressionados dizendo ela ser o cachorro mais feio que já viram. Um dia consegui pega-la, levei pra dentro de casa e com a ajuda da minha ajudante à demos um bom banho. Ela se tornou outro cachorro, muito bela e com o pelo macio. Observamos que ela mancava porque tinha muitos bichos de pé, eu mesma tomei conta disso antes de levá-la ao veterinário. Paguei muito caro para que seus dentes fossem retirados pois estavam pretos, no fim descobri que eram dentes de leite e por isso ela não ficou banguela. No fim descobri que ela é de uma raça francesa muito rara, chamada Papillon, caracterizada pelas orelhas que lembram uma borboleta. Hoje em dia ela não desgruda de mim um segundo, minha melhor companhia, o meu xodozinho. Nos mudamos para um condomínio grande e muito verde, ela se diverte muito mas jamais sai de casa sem mim, deve ser o medo de ficar sozinha novamente.
Umbelina Rego Leite
| Lilica e Umbelina felizes da vida! |












